"Tua força interior e tuas convicções não tem idade. Teu espírito é o espanador de qualquer teia de aranha. Atrás de cada linha de chegada, há uma de partida. Atrás de cada trunfo, há outro desafio enquanto estiveres vivo. Se sentes saudades do que fazias, torna a fazê-lo. Não vivas de fotografias amareladas." — Camilie Claudel
sábado, 28 de setembro de 2013
Não fui eu que disse, mas aquece de uma maneiro muito estranha o meu ser.
"Tua força interior e tuas convicções não tem idade. Teu espírito é o espanador de qualquer teia de aranha. Atrás de cada linha de chegada, há uma de partida. Atrás de cada trunfo, há outro desafio enquanto estiveres vivo. Se sentes saudades do que fazias, torna a fazê-lo. Não vivas de fotografias amareladas." — Camilie Claudel
"Tua força interior e tuas convicções não tem idade. Teu espírito é o espanador de qualquer teia de aranha. Atrás de cada linha de chegada, há uma de partida. Atrás de cada trunfo, há outro desafio enquanto estiveres vivo. Se sentes saudades do que fazias, torna a fazê-lo. Não vivas de fotografias amareladas." — Camilie Claudel
sábado, 7 de setembro de 2013
Velhos e ferozes
Nunca houve problema com as madrugadas frias, nem ao menos com as noites escuras. Aquecidos e acalentados nos sentíamos. Era um ponto de contato intrínseco, era minúsculo, estava no nosso conjunto. Mantínhamos amarrados os sentimentos e certezas como os pontos de apoio em teias de aranha. Era pequeno, delicado, parecia frágil, mas era forte e duradouro. Tão resistente que poderia se manter contínuo e intocado. E penetrar no silêncio nos momentos das preces. E então, as insônias se tornaram amigas confortadoras de saudades que não se iam, que não diminuíam e que não deixavam espaço nem para que o tempo os preenchesse. Agora, não são simples coisas de descrever ou manter. Mas são coisas complexas para se buscar. Olhar em volta, e ver um mundo cheio de nada, carregado de um vazio enorme, detona os corações e traz recordações exatas do que eram certezas quentes. Manter promessas em meio ao vazio desses quartos, tornam-se a cada dia que passa, mais e mais difíceis. Mas ainda tentamos manter o desejo de continuar a ser jovens, corajosos, livres e ferozes o suficiente para tentar continuar com as ideias de julgamentos imperfeitos de que éramos perfeitos. Nosso crescimento agora é acompanhado das responsabilidades que fazem sátiras de que um dia houveram noites aquecidas e acalentadas. Protegidas por universos diversos julgando crer que poderiam um dia continuar sempre fortes e ferozes. Fazendo com que possamos lembrar a cada dia, que mais velhos, mais frios e menos livres ficamos.
sábado, 1 de junho de 2013
Mundo escondido
É simplesmente o encanto da lembrança
que retorna e renova
É simplesmente a vontade ter 5 muitos "te amo"
E 5 sinto MUITO sua falta.
É a delicadeza do piscar dos olhos
Ao abrir um doce sorriso
Dançando ao som de um suave country
Com um pequeno vestido preto
É saber que você está lá, quando não está
É saber que ainda lembra, mesmo quando não chama
É simplesmente entonar uma melodia de "with you"
Pensando que sempre seria, com ou sem você
É simplesmente a alegria de relembrar
As pequenas bobagens nas madrugadas
Foi simplesmente acordar sem saber que havia dormido
Era simplesmente o encanto da lembrança
era o esvoaçar do vestido
Mas sempre era um cowboy perdido
Era apenas um sorriso,
sempre no momento proibido.
Era eu e ela
Naquele pequeno mundo que ficava escondido.
que retorna e renova
É simplesmente a vontade ter 5 muitos "te amo"
E 5 sinto MUITO sua falta.
É a delicadeza do piscar dos olhos
Ao abrir um doce sorriso
Dançando ao som de um suave country
Com um pequeno vestido preto
É saber que você está lá, quando não está
É saber que ainda lembra, mesmo quando não chama
É simplesmente entonar uma melodia de "with you"
Pensando que sempre seria, com ou sem você
É simplesmente a alegria de relembrar
As pequenas bobagens nas madrugadas
Foi simplesmente acordar sem saber que havia dormido
Era simplesmente o encanto da lembrança
era o esvoaçar do vestido
Mas sempre era um cowboy perdido
Era apenas um sorriso,
sempre no momento proibido.
Era eu e ela
Naquele pequeno mundo que ficava escondido.
segunda-feira, 20 de maio de 2013
E... E se...
E se... o Universo realmente conspirasse. E se naquele momento você não pudesse ver e perceber o que pode agora.
E se... você fosse capaz de ler os sinais.
E se... não tivesse medos tolos sobre errar e sobre machucar.
Quando saber qual é o melhor momento? E quando saber diferenciar o que é ou não real?
E se você pudesse saber?
O que faria?
E se... você fosse capaz de ler os sinais.
E se... não tivesse medos tolos sobre errar e sobre machucar.
Quando saber qual é o melhor momento? E quando saber diferenciar o que é ou não real?
E se você pudesse saber?
O que faria?
sábado, 30 de março de 2013
Pequeno pássaro
A promessa do canto do pequeno pássaro
No amanhecer quente depois de uma era cinza
O primeiro raio de sol brilha
No prado verde macio
O menino ao som do canto grita
Correndo entre pedras e flores miúdas
Desejando ardentemente o fim da penumbra
Coração pequeno, com desconhecida dor e desejo.
Espera então a vinda do primeiro beijo
Recorda momentos de simples ternura
E no fim da tarde o pequeno pássaro lamenta
Sobre o desejo de ter então o primeiro beijo
Duas almas destinadas a ser separadas
Desejando compartilhar o sentimento
No canto lamentoso do pássaro pequeno
O menino chama ardendo
Com a vontade de ainda ter o primeiro beijo
No amanhecer quente depois de uma era cinza
O primeiro raio de sol brilha
No prado verde macio
O menino ao som do canto grita
Correndo entre pedras e flores miúdas
Desejando ardentemente o fim da penumbra
Coração pequeno, com desconhecida dor e desejo.
Espera então a vinda do primeiro beijo
Recorda momentos de simples ternura
E no fim da tarde o pequeno pássaro lamenta
Sobre o desejo de ter então o primeiro beijo
Duas almas destinadas a ser separadas
Desejando compartilhar o sentimento
No canto lamentoso do pássaro pequeno
O menino chama ardendo
Com a vontade de ainda ter o primeiro beijo
segunda-feira, 18 de março de 2013
Embriagues do silêncio
Na embriagues daquele momento
Se desacreditou da irrefutável sabedoria do silêncio.
No contingente de palavras proferidas.
A sofreguidão da amargura
Nos olhos da vítima.
As cantigas baixas ressoavam
sobre a voz do novo começo.
A insensatez se atenuava na esquinas cortantes
De uma casa sem vida.
E um grito fraco e dolorido percorria o fim da vila.
Se manteve fino e trancafiado
Percorrendo o pequeno universo
Para poder continuar com a amargura da vida.
E na embriaguez do momento
As palavras que nunca puderam ser ditas
Ficaram perdidas na virtude de uma vida não vivida. r
Se desacreditou da irrefutável sabedoria do silêncio.
No contingente de palavras proferidas.
A sofreguidão da amargura
Nos olhos da vítima.
As cantigas baixas ressoavam
sobre a voz do novo começo.
A insensatez se atenuava na esquinas cortantes
De uma casa sem vida.
E um grito fraco e dolorido percorria o fim da vila.
Se manteve fino e trancafiado
Percorrendo o pequeno universo
Para poder continuar com a amargura da vida.
E na embriaguez do momento
As palavras que nunca puderam ser ditas
Ficaram perdidas na virtude de uma vida não vivida. r
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