sábado, 1 de fevereiro de 2014
domingo, 27 de outubro de 2013
Fui viajar e não voltei
O texto abaixo eu não sei quem escreveu. Mas gostei muito e aqui estou compartilhando.
"Uma vez fui viajar e não voltei.
Não por rebeldia ou por ter decidido ficar; simplesmente mudei.
Cruzei fronteiras que eu nunca imaginaria cruzar. Nem no mapa, nem na vida. Fui tão longe que olhar para trás não era confortante, era motivador.
Conheci o que posso chamar de professores e acessei conhecimentos que nenhum livro poderia me ensinar. Não por serem secretos, mas por serem vivos.
Acrescentei ao dicionário da minha vida novos significados para educação, medo e respeito.
Reaprendi o valor de alguns gestos. Como quando criança, a espontaneidade de sorrisos e olhares faz valer a comunicação mais universal que há – a linguagem da alma.
Fui acolhido por pessoas, famílias, estranhos, bancos e praças. Entre chãos e humanos, ambos podem ser igualmente frios ou restauradores.
Conheci ruas, estações, aeroportos e me orgulho de ter dificuldade em lembrar seus nomes. Minha memória compartilha do meu desejo de querer refrescar-se com novos e velhos ares.
Fiz amigos de verdade. Amigos de estrada não sucumbem ao espaço e nem ao tempo. Amigos de estrada cruzam distâncias; confrontam os anos. São amizades que transpassam verões e invernos com a certeza de novos encontros.
Vivi além da minha imaginação. Contrariei expectativas e acumulei riquezas imateriais. Permiti ao meu corpo e à minha mente experimentar outros estados de vivência e consciência.
Redescobri o que me fascina. Senti calores no peito e dei espaço para meu coração acelerar mais do que uma rotina qualquer permitiria.
E quer saber?
Conheci outras versões da saudade. Como nós, ela pode ser dura. Mas juro que tem suas fraquezas. Aliás, ela pode ser linda.
Com ela, reavaliei meus abraços, dei mais respeito à algumas palavras e me apaixonei ainda mais por meus amigos e minha família.
E ainda tenho muito que aprender.
Na verdade, tais experiências apenas me dirigem para uma certeza – que ainda tenho muito lugar para conhecer, pessoas a cruzar e conhecimento para experimentar.
Uma fez fui viajar…
e foi a partir deste momento que entendi que qualquer viagem é uma ida sem volta."
"Uma vez fui viajar e não voltei.
Não por rebeldia ou por ter decidido ficar; simplesmente mudei.
Cruzei fronteiras que eu nunca imaginaria cruzar. Nem no mapa, nem na vida. Fui tão longe que olhar para trás não era confortante, era motivador.
Conheci o que posso chamar de professores e acessei conhecimentos que nenhum livro poderia me ensinar. Não por serem secretos, mas por serem vivos.
Acrescentei ao dicionário da minha vida novos significados para educação, medo e respeito.
Reaprendi o valor de alguns gestos. Como quando criança, a espontaneidade de sorrisos e olhares faz valer a comunicação mais universal que há – a linguagem da alma.
Fui acolhido por pessoas, famílias, estranhos, bancos e praças. Entre chãos e humanos, ambos podem ser igualmente frios ou restauradores.
Conheci ruas, estações, aeroportos e me orgulho de ter dificuldade em lembrar seus nomes. Minha memória compartilha do meu desejo de querer refrescar-se com novos e velhos ares.
Fiz amigos de verdade. Amigos de estrada não sucumbem ao espaço e nem ao tempo. Amigos de estrada cruzam distâncias; confrontam os anos. São amizades que transpassam verões e invernos com a certeza de novos encontros.
Vivi além da minha imaginação. Contrariei expectativas e acumulei riquezas imateriais. Permiti ao meu corpo e à minha mente experimentar outros estados de vivência e consciência.
Redescobri o que me fascina. Senti calores no peito e dei espaço para meu coração acelerar mais do que uma rotina qualquer permitiria.
E quer saber?
Conheci outras versões da saudade. Como nós, ela pode ser dura. Mas juro que tem suas fraquezas. Aliás, ela pode ser linda.
Com ela, reavaliei meus abraços, dei mais respeito à algumas palavras e me apaixonei ainda mais por meus amigos e minha família.
E ainda tenho muito que aprender.
Na verdade, tais experiências apenas me dirigem para uma certeza – que ainda tenho muito lugar para conhecer, pessoas a cruzar e conhecimento para experimentar.
Uma fez fui viajar…
e foi a partir deste momento que entendi que qualquer viagem é uma ida sem volta."
sábado, 28 de setembro de 2013
Não fui eu que disse, mas aquece de uma maneiro muito estranha o meu ser.
"Tua força interior e tuas convicções não tem idade. Teu espírito é o espanador de qualquer teia de aranha. Atrás de cada linha de chegada, há uma de partida. Atrás de cada trunfo, há outro desafio enquanto estiveres vivo. Se sentes saudades do que fazias, torna a fazê-lo. Não vivas de fotografias amareladas." — Camilie Claudel
"Tua força interior e tuas convicções não tem idade. Teu espírito é o espanador de qualquer teia de aranha. Atrás de cada linha de chegada, há uma de partida. Atrás de cada trunfo, há outro desafio enquanto estiveres vivo. Se sentes saudades do que fazias, torna a fazê-lo. Não vivas de fotografias amareladas." — Camilie Claudel
sábado, 7 de setembro de 2013
Velhos e ferozes
Nunca houve problema com as madrugadas frias, nem ao menos com as noites escuras. Aquecidos e acalentados nos sentíamos. Era um ponto de contato intrínseco, era minúsculo, estava no nosso conjunto. Mantínhamos amarrados os sentimentos e certezas como os pontos de apoio em teias de aranha. Era pequeno, delicado, parecia frágil, mas era forte e duradouro. Tão resistente que poderia se manter contínuo e intocado. E penetrar no silêncio nos momentos das preces. E então, as insônias se tornaram amigas confortadoras de saudades que não se iam, que não diminuíam e que não deixavam espaço nem para que o tempo os preenchesse. Agora, não são simples coisas de descrever ou manter. Mas são coisas complexas para se buscar. Olhar em volta, e ver um mundo cheio de nada, carregado de um vazio enorme, detona os corações e traz recordações exatas do que eram certezas quentes. Manter promessas em meio ao vazio desses quartos, tornam-se a cada dia que passa, mais e mais difíceis. Mas ainda tentamos manter o desejo de continuar a ser jovens, corajosos, livres e ferozes o suficiente para tentar continuar com as ideias de julgamentos imperfeitos de que éramos perfeitos. Nosso crescimento agora é acompanhado das responsabilidades que fazem sátiras de que um dia houveram noites aquecidas e acalentadas. Protegidas por universos diversos julgando crer que poderiam um dia continuar sempre fortes e ferozes. Fazendo com que possamos lembrar a cada dia, que mais velhos, mais frios e menos livres ficamos.
sábado, 1 de junho de 2013
Mundo escondido
É simplesmente o encanto da lembrança
que retorna e renova
É simplesmente a vontade ter 5 muitos "te amo"
E 5 sinto MUITO sua falta.
É a delicadeza do piscar dos olhos
Ao abrir um doce sorriso
Dançando ao som de um suave country
Com um pequeno vestido preto
É saber que você está lá, quando não está
É saber que ainda lembra, mesmo quando não chama
É simplesmente entonar uma melodia de "with you"
Pensando que sempre seria, com ou sem você
É simplesmente a alegria de relembrar
As pequenas bobagens nas madrugadas
Foi simplesmente acordar sem saber que havia dormido
Era simplesmente o encanto da lembrança
era o esvoaçar do vestido
Mas sempre era um cowboy perdido
Era apenas um sorriso,
sempre no momento proibido.
Era eu e ela
Naquele pequeno mundo que ficava escondido.
que retorna e renova
É simplesmente a vontade ter 5 muitos "te amo"
E 5 sinto MUITO sua falta.
É a delicadeza do piscar dos olhos
Ao abrir um doce sorriso
Dançando ao som de um suave country
Com um pequeno vestido preto
É saber que você está lá, quando não está
É saber que ainda lembra, mesmo quando não chama
É simplesmente entonar uma melodia de "with you"
Pensando que sempre seria, com ou sem você
É simplesmente a alegria de relembrar
As pequenas bobagens nas madrugadas
Foi simplesmente acordar sem saber que havia dormido
Era simplesmente o encanto da lembrança
era o esvoaçar do vestido
Mas sempre era um cowboy perdido
Era apenas um sorriso,
sempre no momento proibido.
Era eu e ela
Naquele pequeno mundo que ficava escondido.
segunda-feira, 20 de maio de 2013
E... E se...
E se... o Universo realmente conspirasse. E se naquele momento você não pudesse ver e perceber o que pode agora.
E se... você fosse capaz de ler os sinais.
E se... não tivesse medos tolos sobre errar e sobre machucar.
Quando saber qual é o melhor momento? E quando saber diferenciar o que é ou não real?
E se você pudesse saber?
O que faria?
E se... você fosse capaz de ler os sinais.
E se... não tivesse medos tolos sobre errar e sobre machucar.
Quando saber qual é o melhor momento? E quando saber diferenciar o que é ou não real?
E se você pudesse saber?
O que faria?
sábado, 30 de março de 2013
Pequeno pássaro
A promessa do canto do pequeno pássaro
No amanhecer quente depois de uma era cinza
O primeiro raio de sol brilha
No prado verde macio
O menino ao som do canto grita
Correndo entre pedras e flores miúdas
Desejando ardentemente o fim da penumbra
Coração pequeno, com desconhecida dor e desejo.
Espera então a vinda do primeiro beijo
Recorda momentos de simples ternura
E no fim da tarde o pequeno pássaro lamenta
Sobre o desejo de ter então o primeiro beijo
Duas almas destinadas a ser separadas
Desejando compartilhar o sentimento
No canto lamentoso do pássaro pequeno
O menino chama ardendo
Com a vontade de ainda ter o primeiro beijo
No amanhecer quente depois de uma era cinza
O primeiro raio de sol brilha
No prado verde macio
O menino ao som do canto grita
Correndo entre pedras e flores miúdas
Desejando ardentemente o fim da penumbra
Coração pequeno, com desconhecida dor e desejo.
Espera então a vinda do primeiro beijo
Recorda momentos de simples ternura
E no fim da tarde o pequeno pássaro lamenta
Sobre o desejo de ter então o primeiro beijo
Duas almas destinadas a ser separadas
Desejando compartilhar o sentimento
No canto lamentoso do pássaro pequeno
O menino chama ardendo
Com a vontade de ainda ter o primeiro beijo
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