segunda-feira, 23 de abril de 2012

HISTÓRIAS DO COTIDIANO - A Carta do Correio

Todo mundo sabe que os Correios ( serviço postal) enviam as nossas cartas para qualquer lugar que por ventura, encaminhamos. Mas a regra básica para isso funcionar é você ter um envelope ou mesmo uma caixa, lacrada, escrita com o endereço do destinatário e do remetente. Você leva o pacote até o correio, paga, o atendendo fica com o pacote para encaminhar e lhe dá uma nota para comprovar que você postou o tal pacote, em determinada hora, e tal dia.

É tão comum todos as pessoas saberem isso que ás vezes, algumas pessoas esquecem. Ok, talvez nem todas as pessoas esqueçam, algumas podem errar o endereço ou esquecer de lacrar o pacote, mas o atendente sempre confere e lacra se necessário ou lhe pergunta o CEP.

Mas não foi o que aconteceu comigo. HA! Podem rir! Essa eu confesso: "A criatura responsável pela história de hoje, sou eu!"

Foi um daqueles dias em que você acorda como se ainda estivesse dormindo, e vaga pelo sia sem saber exatamente o que está fazendo. E lá fui eu, postar algumas cartas no correio. Peguei todos os pacotes, conferi endereço, conferi se estavam lacrados, me dirigi ao atendente. Entreguei os pacotes, ela pesou, falei a prioridade de cada um deles. Paguei. Ela segurou os pacotes com ela. Pequei a nota. Agradeci. E ela disse:

"De nada".

Mas eu continuei esperando no caixa. E aqui entre nós, graças a Deus, o lugar estava vazio. A atendente me olhou e perguntou toda gentil. Porque, bom, eu não tinha mais nada para postar nas mãos e fiquei olhando ela, é claro que ela ia perguntar se eu queria alguma coisa:

"Deseja mais alguma coisa?"

"Você não vai me devolver as cartas?"

Exatamente isso! Eu estava começando a pensar que a atendente era louca. E tadinha, louca era eu!

Ela ficou me olhando como se não entendesse e eu perguntei de novo, mas toda séria.

"Você não tem que me devolver as cartas?"

Nota 1000 para a atendente que toda educada me mostrou os destinatários.

Nessa altura do acontecimento, eu comecei a rir. Porque só então tinha "caído a ficha" do King Kong que eu tinha pagado por falta de atenção. A moça riu também e eu claro, fui embora.

Agora, sabem o que eu fiz quando voltei no correio outro dia? Olhei para ela e comecei a rir, falei que não ia querer as carta de volta naquele dia. Mas acabei escorregando no tapete e fiz malabarismo para não cair. E ela riu mais ainda.

Aposto que se eu voltar lá, ela vai cair na gargalhada na hora que me reconhecer.

LEMBRETE: "Ainda não retornei aquele Correio. Troquei de agência por um tempo!"

ÓTIMA NOITE PARA TODOS VOCÊ! ÓTIMO DIA COM MUITA ALEGRIA PARA VOCÊS!


beijos

breve

Olá, logo estarei postando o conto seguinte de HISTÓRIAS DO COTIDIANO.
Desculpem não postar antes, mas com toda a correria acabei perdendo o esboço. Mas hoje de tarde eu encontrei.. Logo, logo história nova...

Beijinhos

quarta-feira, 11 de abril de 2012

HISTÓRIAS DO COTIDIANO - A mulher De'Ouro

Gegê trabalhava na casa de um família há menos de 1 ano. Mas todos da família a tratavam como se fosse da própria família.

Certo dia, a filha mais nova, veio com uma rifa da escola para vender. E Gegê comprou uma para ela e uma para o filho e para a filha. Mas quem preencheu a rifa com o nome de Gegê foi a garota. E depois podia se ler "Geruza De'Ouro Silva", no número que Gegê havia comprado.

No dia do sorteio, quem ganhou? claro! Gegê! e lá foi ela toda feliz pegar seu prêmio. quando viu o nome escrito no bilhete ela disse:

- Mas eu não sou De'ouro!

Resultado? A filha da família disse que tinha escrito e pensou que o sobrenome era De'ouro. Porque afinal, ela tinha visto o sobrenome na agenda do celular da sua mãe quando foi ligar para Gegê.

O ponto era que Gegê realmente não era De'ouro. Pelo menos não seu sobrenome. Tudo havia aocntecido, porque uma amiga da família onde Gegê trabalhava havia indicado que ela ( Gegê) era ótima, era de'ouro. E para não esquecer, a mãe gravou no celular Gegê De'Ouro.

Desde esse dia, Gegê passou a ter um novo nome, atualmente conhecida como : Gegê De'Ouro.

terça-feira, 3 de abril de 2012

Histórias do Cotidiano ----- O ANIVERSÁRIO

Leila estudava quase três períodos por dia no seu curso de graduação. O tempo que não passava na universidade estava em casa estudando. Seu tempo era escasso. E ainda viajava aos fins de semana com sua família.

Ela havia sido convidada para o aniversário de 2 amigas ambas de 12 anos e aqui entre nós, eram gêmeas. Até aí tudo bem. Leila recebeu o convite uma semana antes e confirmou a presença. Quem convidou Leila foi uma das gêmeas. E ela reafirmou que não deixaria de faltar. No dia do aniversário, Leila foi em algumas lojar pra procurar um presente para a aniversariante e um sapato para poder usar com seu novo vestido.
Por conta de seu sapato, Leila perdeu a hora e a loja onde ia comprar o presente para sua amiga (uma gargantilha) fechou. E Leila correu para a próxima loja onde encontrou um brilho labial e um chaveiro. Afinal, não queria chegar ao aniversário de mãos vazias.

No final chegou quase 2 horas atrasada na festa, e com apenas o pequeninho presente. As aniversariantes vieram receber Leila na porta. Mas ela com a cabeça completamente fora de órbita e pedindo milhões de desculpas pelo atraso só abraçou, beijou, desejou parabéns e entregou o presente apenas para a amiga que havia convidado em nome das duas (lembrando novamente que eram gêmeas). A outra recebeu um abraço um beijo e um "Como você está?"

Todo mundo ficou olhando o que estava acontecendo. Mas ninguém falou nada. E Leila não se ligou que as duas eram gêmeas e faziam aniversário no mesmo dia. Mas todo mundo continuou sendo educado e não falou nada.

Quase no final da festa, ela olhou para as duas que estavam tirando fotos e falou em voz alta enquanto batia a mão na cabeça:

-Putz! só agora que lembrei! Fui convidada pelas duas! Vocês são gêmeas fazem aniversário no mesmo dia! Que panaca!

Depois de rirem sobre a falta de atenção dela, atualmente os amigos costumam escrever nos convites:


"O aniversário é só do Eduardo! Hoje não tem nenhum gêmeo! Então, relaxa!

Resuminho------ HISTÓRIAS DO COTIDIANO

A partir de agora, pelo menos uma vez por semana vou escrever contos baseados em histórias verídicas. São histórias dos mais diversos temas. A maioria são de pessoas que conheço (não se preocupem, vou mudar os nomes), e algumas delas eu mesmo tive o azar de fazer algumas pessoas testemunhar.

Espero que gostem! Divulguem para seus amigos! Um beijo!